atacantes
Toninho Grindelli
Década: 50/ 60
Toninho foi um ponta esquerda histórico do Vespasiano Esporte Clube, figurando nas escalações do time principal em amistosos marcantes da década de 1950, como o empate 3×3 com o Vila Nova (campeão mineiro). Conhecido por sua participação sólida nas partidas clássicas do clube, ele é lembrado pela velocidade e habilidade, eternizadas nos versos de Geraldo Fagundes: “Fingia que ia e não ia, ficava e o lateral ia, igual vaca brava. Toninho fingia que ia e ia, passava. E o lateral, coitado!
Caía! Rolava!”
Jairo
Década: 50/ 60
Jairo, irmão mais novo do craque Alípio, foi atacante/ponteiro importante na história do Vespasiano Esporte Clube, figurando entre os principais jogadores em formações clássicas do clube nas décadas de 1950–60. Ele participou de partidas históricas e marcou importantes gols pelo VEC, sendo lembrado como um dos nomes de destaque em várias escalações de melhores jogadores da época. Entre muitas das suas virtudes destacavam os gols, quase sempre marcados por um poderoso chute de média/ longa distancia.
João Bosco dos Santos (Buião)
Década: 60/70
Buião começou no Vespasiano Esporte Clube ainda jovem antes de seguir carreira profissional no futebol. Nascido em Vespasiano, ele brilhou como ponta-direita e jogou em grandes clubes brasileiros como Atlético Mineiro, Corinthians, Flamengo, Grêmio e Athletico-PR, chegando a ser convocado para a seleção Brasileira, construindo uma carreira de destaque no futebol nacional. Sua trajetória também o tornou um ídolo e referência histórica na cidade de Vespasiano.
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Paulo Bosco dos Santos (Paulinho do Barão)
Década: 60/70
Paulinho de Barão, um dos irmãos de Buião, foi um dos grandes nomes ofensivos do VEC na histórica equipe que conquistou o título campeão invicto de 1972, uma das campanhas mais lendárias do clube. Na mesma campanha, Paulinho se destacou principalmente pelo seu faro de gol, tornando-se o artilheiro com maior número de gols marcados naquela temporada memorável e um recorde peculiar: 15 gols em 15 jogos. Sua capacidade de finalizar e de aparecer nos momentos decisivos foi fundamental para a sequência invicta do elenco campeão.
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Éder Aleixo
Década: 70
Mineiro de Vespasiano, Éder, de sobrenome Aleixo, carrega o nome de sua cidade no apelido: a bomba de Vespasiano.
Éder teve uma passagem curta pelo VEC, ainda jovem foi descoberto pelos conselheiros e ex-jogadores Marcílio e Zé Bicalho, que o colocaram no time principal aos 16 anos. Depois de alguns amistosos, deixou o Vespasiano para trilhar uma carreira de sucesso no futebol. Éder, conhecido como “Bomba de Vespasiano”, jogou em clubes como América-MG, Grêmio, Atlético-MG, Palmeiras, Santos, Sport Recife, Botafogo, Atlético Paranaense, Cruzeiro, Cerro Porteño-PAR e Malatyaspor-TUR, além de ter sido defendido a seleção brasileira, inclusive na Copa do Mundo de 1982. Os caminhos de Éder se cruzaram com o Vespasiano novamente em 2008 na administração de José Paulo Viana (Paulinho), rendendo o título da Taça BH de Futebol Júnior do interior e uma classificação para a Taça São Paulo (Copinha).
Flávio Tomé (Palhinha)
Década: 70
Rápido, resistente e goleador como seu homônimo das décadas de 70 e 80, Palhinha surgiu na base do Vespasiano e seu talento o levou para o Cruzeiro. Ele brilhou também em outros tradicionais clubes do futebol brasileiro como: Bahia, Serrano,-BA, ASA de Arapiraca-AL, Flamengo de Varginha-MG e Guarani de Divinópolis-MG.
No futebol Amador, além da camisa do VEC ele também atuou com as cores do Valença.
Atualmente ele desenvolve o projeto Escola de Futebol do Palinha, desde 1998 no campo do Vespasiano.
Eduardo Celestino
Década: 80/90
Eduardo Celestino foi um dos nomes marcantes do Vespasiano Esporte Clube, vestindo a camisa 10 com muita velocidade e habilidade. Em 1991, entrou para a história ao marcar o primeiro gol da final contra o Independente, abrindo o caminho para a conquista do título. Sua atuação decisiva o eternizou entre os protagonistas daquela campanha inesquecível do VEC.
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