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João Batista Conrado Silva (Batista)
Década: final dos 40/ 60
Para muitos, o melhor jogador de todos os tempos em Vespasiano. Batista deu seus primeiros chutes no juvenil do Vespasiano Esporte Clube, aos 15 anos de idade. Posteriormente, atuou pelo Asas de Lagoa Santa, Sete de Setembro e Atlético Mineiro. Entre as recordações, no Sete de Setembro em partida contra o Botafogo-RJ, O Sete venceu por 3 a 1, com um dos gols marcados por Batista. Era o que hoje se chamaria de jogador completo. Segundo seu companheiro de futebol e cunhado, João Araújo, “Batista era ótimo cabeceador, driblava e chutava bem e tinha um corpo muito firme. Não era qualquer um que o derrubava”.
Ele faz parte da trinca de ouro do meio campo, formada por Batista, Nonô e De Deus.
Geraldo Raimundo Araújo (Nonô de Ingó)
Década: final dos 40/ 60
Filho do ex-jogador e conselheiro Seu Ingó Araújo, Nonô de Ingó foi um dos atletas mais icônicos da história do Vespasiano Esporte Clube. O Maestro, como era chamado pelos torcedores, provavelmente foi o maior “garçom” a pisar nos gramados vespasianenses. Notabilizou-se pelas assistências açucaradas, quase sempre acompanhadas de sua frase característica: “toma, nêgo, faz!”.
Atuou no time principal em diversas formações históricas e também defendeu o clube no quadro veterano. Dono de um toque refinado na bola e de grande poder de marcação, participou de partidas marcantes, como o amistoso de 1953 contra o Vila Nova, deixando seu nome gravado na memória dos torcedores e na rica tradição do VEC.
Nonô integrou a lendária “trinca de ouro” do meio-campo, formada por Batista, Nonô e De Deus, considerada uma das mais equilibradas e talentosas da história do clube.
José Silva (Zé Lobo)
Década: final dos 40/ 60
Zé Lobo foi um ponta de lança decisivo do Vespasiano Esporte Clube. Inteligente e oportunista, fazia a ligação entre o meio e o ataque com boa movimentação e presença de área. Tinha faro de gol, aparecia bem nas sobras e sabia finalizar com precisão. Foi peça importante nas formações ofensivas da sua geração, sendo lembrado pela raça e identificação com o azul e branco. Nas rimas de Geraldo E. Fagundes: “e o nosso ponta de lança, mais um gol logo fazia. José Silva era o “Zé Lobo”. Só de vê-lo jogar
adversário ficava bobo”.
João de Deus (De Deus)
Década: 50/60
João de Deus é considerado por muitos um dos maiores jogadores da rica história do Vespasiano Esporte Clube. Foi dono da camisa 10 do VEC por mais de uma década, atuando como um autêntico ponta de lança. Sua fama o fez jogar em várias outras equipes e selecionados da região. Sua velocidade, habilidade e poder de decisão contribuíram para importantes partidas, como o amistoso de 25 de maio de 1958 em que o VEC venceu o arquirrival Independente por 4×0, deixando seu nome registrado na memória da história do clube. Também foi campeão amador pelo Vespasiano no início da década de 60.
Ele faz parte da trinca de ouro do meio campo, formada por Batista, Nonô e De Deus.
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Adílio
Década: 50/60
Adílio foi um dos jogadores mais lembrados nas formações históricas do Vespasiano Esporte Clube nas décadas de 1950–60, figurando ao lado de nomes como Toninho e Jairo em jogos marcantes do clube. Seu jeito de jogar era ágil e habilidoso. Fácil no drible, leve no gramado e taticamente disciplinado. Suas virtudes eram tantas que ele chegou a ser chamado pelos torcedores da época de fabuloso Adílio.
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Geraldo Bosco dos Santos (Geraldinho do Barão)
Década: 60/70
Da base ao time principal, Geraldinho foi um dos nomes que faziam parte das formações do Vespasiano Esporte Clube na fase imediatamente anterior e durante a histórica campanha campeão invicto de 1972, um momento lendário para o futebol amador vespasianense. Técnico e criativo, Geraldinho era conhecido por sua visão de jogo e habilidade para criar jogadas ofensivas, ajudando a conectar o meio-campo com o ataque. Sua participação fez parte da base que construiu o estilo coletivo e competitivo daquela geração que levou o clube a uma de suas maiores glórias, mantendo o time forte e equilibrado tanto nas trocas de passes quanto na finalização.
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Carlão
Década: 70/80
Carlão foi o cérebro do meio-campo nos anos 70 e início dos 80. Com visão de jogo diferenciada e passes verticais, organizava o time e ditava o ritmo das partidas. Jogador técnico, de personalidade forte, era peça central nas armações ofensivas e no equilíbrio tático da equipe. Sua trajetória começou cedo, aos 14 anos o jovem prodígio já era titular do time principal. ao 15 anos eternizava sue nome na história do clube com um gol antológico de falta na vitória de virada sobre o Independente na campanha do título de 1972.
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Esquerdinha
Década: 1972
Esquerdinha foi um dos destaques ofensivos do VEC, lembrado pela sua habilidade canhota, criatividade e velocidade. Atuando como meia-atacante, era responsável por quebrar linhas defensivas e criar oportunidades de gol, tanto com dribles curtos e incisivos quanto com chutes precisos. Sua técnica e visão de jogo o tornaram peça importante nas formações ofensivas da sua geração. Ele segue a tradição de jogadores criativos que marcaram a história do clube, como aqueles que integraram o elenco campeão invicto de 1972, uma conquista ainda lembrada na trajetória de sucesso e identidade esportiva do VEC.
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Gabriel Marques
Década: 2007/08
Gabriel Marques teve uma passagem meteórica pelo Vespasiano. Versátil, atuou em diversas funções, principalmente como zagueiro e lateral-direito, mas foi no meio-campo que mais se destacou. Chegou ao clube para integrar o projeto de base, acabou sendo dispensado, mas retomou o caminho de volta ao VEC de forma emblemática: ao enfrentar o próprio Vespasiano, chamou a atenção do então técnico Milagres, que o trouxe novamente para o clube. Sob o manto azul, foi peça fundamental na conquista da Taça BH de Futebol Júnior do Interior. Seu talento o levou a voos mais altos, com passagens por Nacional-URU, Athletico-PR, Paraná, River Plate-URU, Guayaquil City, além de se tornar uma das lendas do Barcelona de Guayaquil.
Hernani
Década: 2010
Hernani teve passagem breve pelos gramados do Vespasiano, mas suficiente para chamar atenção. Meio-campista central de boa estatura, destacava-se pela força física, passes precisos e chutes potentes de fora da área. Volante/meia versátil, com forte capacidade de finalização e boa projeção ofensiva, rapidamente construiu uma carreira sólida no futebol profissional. Atuou por Joinville, Zenit-RUS, Saint-Étienne-FRA, Parma-ITA, Genoa-ITA e, atualmente, defende o Monza-ITA, consolidando-se como um nome de destaque no futebol internacional.