Ao todo, 53 pessoas se uniram e contribuíram financeiramente para a compra do terreno. O gerente do Banco Agrimisa, Zé Campolina, foi o responsável por organizar toda a documentação necessária para a concretização do negócio.
Com muita luta e a participação ativa dos admiradores e da sociedade esportiva vespasianense, foi construída definitivamente a atual praça esportiva, sob a direção direta do então presidente Valdir Soares Pereira e do principal idealizador do projeto, o senhor Ilvo Marani, que deu nome ao estádio.
Durante o período de construção do campo, diversas etapas foram realizadas. Destaca-se o plantio do gramado, que contou com a participação de importantes nomes ligados ao clube, como Adão Mormela, Sr. Themes, Pedrinho, Horácio, Zé Basílio, Guilherme Rocha, Acácio, Alberci Soares, Zé Rocha, entre muitos outros adeptos, que atuaram em diferentes áreas do projeto idealizado por Ilvo Marani. Também merecem destaque os senhores Luiz Maria de Souza, Nem Rocha, Ulisses, Sr. Bodé, Pedro Maria, Sr. Themes, Lucas Albano da Costa, Marísio Cedro, Alencar Maria de Souza, Zeca Perpétuo, Sr. Dé e seu filho Robson, Daltinho, Zé Marani, Núbio, Raimundo Lopes, João Araújo, Marcílio Agostinho Jorge, Daniel Araújo e Jaime do Nascimento, este último responsável pela topografia.
CONSTRUÇÃO
Na década de 1960, um grupo de pessoas abnegadas e unidas, com o objetivo de engrandecer o panorama esportivo e cultural de Vespasiano, arregaçou as mangas e iniciou a construção do que hoje se tornou a principal área de eventos esportivos e culturais da cidade. Naquele período, Vespasiano ainda estava distante do progresso que ostenta atualmente, mas havia uma forte união entre as famílias e a sociedade em torno de ideais comuns.
Sem maquinário pesado e sem uma arrecadação financeira que pudesse auxiliá-los, construíram o estádio literalmente com as próprias mãos. Um exemplo claro de que a união, o idealismo e a força de vontade fazem obras mais produtivas e poéticas do que o chamado progresso.
No terreno adquirido pelos diretores e conselheiros, tiveram início os trabalhos de construção do estádio. O Sr. Jaime do Nascimento, topógrafo, juntamente com o presidente do VEC, Ilvo Marani, deu início às obras.
Na época, o rio estava sendo alargado, e a terra retirada era aproveitada para o aterramento da área do campo. Os caminhões pertencentes a Ilvo Marani, João Mula Manca, Roberto Rocha, Zé Rocha e Guilherme Rocha foram os que mais trabalharam nesse processo.
Entre diretores e colaboradores que participaram ativamente da construção estavam Zeca Perpétuo, Orsine Xavier, Daltinho (José A. Martins Soares), Sô Bebeto, Pedrinho Português, Waldir Soares, D. Mariquita, Bento, Núbio, Batista, Zé Basílio, Agostinho Jorge, Euler Conrado, Raimundo Lopes, João Araújo, Marcílio, José Rocha, Luiz Maria de Souza, Dé, Nem Rocha, Zé Ulisses, Bodé, Toninho Rocha, Pezão, Roberto Rocha, Alencar Maria de Souza, Toninho, Guilherme Rocha, Marísio Cedro, Acácio, Alberci Soares, Temístocles Souza Lima (Sô Temes), Euler Conrado Silva, Adão de Mormelo e Horácio.

