defensores
Tito
Década: 40/50
Tito foi um defensor seguro do Vespasiano Esporte Clube, tanto quanto zagueiro ou lateral, sua presença era certa em formações clássicas do clube na década de 1950. Conhecido por sua marcação firme e boa leitura de jogo. Ele integrou o time em partidas importantes, como o amistoso de 25 de maio de 1958, ajudando a consolidar a tradição e o estilo competitivo do VEC naquele período.
Zé Metido
Década: 40/50
Conhecido pelo seu jeito irreverente, estilo driblador e ousado, Zé Metido é um dos jogadores mais lembrados nas formações históricas do Vespasiano Esporte Clube nas décadas de 1950–60, atuando ao lado de nomes como João Araújo, Núbio e Joaquim em partidas marcantes do VEC. Sua personalidade e sua versatilidade em jogar em diversas posições, contribuíram para que ficasse marcada na memória dos torcedores como aquele jogador ideal para se adaptar em qualquer esquema, mas foi na lateral esquerda que Zé Metido fez história.
Afonso Bandejão
Década: 40/60
Iniciou carreira na de década 1940, atuando no Vespasiano Esporte Clube e no Esporte Clube Pedro Leopoldo, vindo para Belo Horizonte em 1945, sendo contratado pelo Atlético. Foi 9 vezes Campeão Mineiro pelo Galo e participou em 1950 da gloriosa excursão à Europa, que ficou conhecida como Campeonato do Gelo. Afonso foi conselheiro e técnico do Vespasiano em décadas posteriores. Provavelmente o melhor zagueiro que já vestiu a camisa do VEC.
João Araújo
Década: 50/ 60
João Araújo, o João “profissional” foi um autêntico xerife. Certamente um dos jogadores mais marcantes na história do Vespasiano Esporte Clube, figurando nas escalações do time em jogos clássicos da década de 1950 e 60 ao lado de craques como Toninho, Joaquim Tilápia e Nonô de Ingó. Sua liderança nos gramados e seu jeito firme de jogar lhe rendeu passagens pelo Atlético-MG. Considerado por muitos o maior zagueiro da história do VEC.
Núbio Gelmini
Década: 50/60
Núbio foi um dos maiores líderes a jogar com a camisa do Vespasiano Esporte Clube, figurando nas escalações históricas do clube e conquistando títulos importantes tanto como jogador e técnico. Atuou na era de ouro do VEC ao lado de nomes como Batista, Nonô e Zé Metido. Núbio foi conselheiro e técnico da campanha de 1991, tendo seu filho Nivaldo como um dos pilares da defesa. Em 2025 seus feitos foram reconhecidos através do Frango d’água de Honra In memoriam.
Joaquim Tilápia
Década: 50/60
Joaquim foi um jogador importante do Vespasiano Esporte Clube nas décadas de 1950–60, atuando no time principal em partidas consideradas clássicas do futebol amador mineiro. Foi pilar em várias formações clássicas da era de ouro do VEC. Reconhecido pelos atacantes adversários pelo seu jogo sério e cara de mau. Em cima de Joaquim o drible era um verdadeiro milagre.
Lindolfo Bambirra
Década: 60
Lindolfo pertence à geração que ajudou a estruturar o VEC na década de 60. Lateral combativo, de forte marcação e vigor físico, também apoiava o ataque com cruzamentos perigosos. seu estilo despertou o interesse de alguns clubes. Segundo uma publicação de jornal Monkey da época: “Falando sobre o Vespasiano, deve-se frisar que o jovem Lindolfo, um dos mais valorosos integrantes da equipe daquela agremiação, participou de treinos no Cruzeiro, recebeu convite para ficar no grêmio estrelado, mas não quis, porque não quer se afastar daquela vizinha cidade.” Mas segundo Zé Bicalho, Lindolfo teve problemas para marcar o ponta Natal (Diabo Louro) e por conta disso, acabou indo jogar não no Cruzeiro, mas na Venezuela. Sendo aconselhado a ir tranquilo para o país vizinho, pois lá, não teria nenhum Natal, apenas pontas ruins.
Marcílio Faraj
Década: 70
Marcílio foi o típico zagueiro central dos anos 70: imposição física, jogo aéreo dominante e liderança dentro de campo. Seguro nas divididas e com bom senso de posicionamento, foi pilar defensivo em uma época de futebol mais físico e disputado. Em pesquisas na web, descobriu-se que ainda jovem teve breve passagem pelas categorias de base do Cruzeiro e posteriormente no Fluminense.
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Mozart
Década: 70
Mozart foi um lateral-esquerdo de destaque na geração que conquistou o título campeão invicto de 1972 pelo Vespasiano Esporte Clube, um dos momentos mais emblemáticos da história do clube e referência de tradição no futebol amador local. Nesse elenco que não sofreu derrotas na campanha, Mozart se destacou pela disciplina tática, apoio ao ataque pela lateral e cruzamentos precisos, contribuindo tanto na marcação quanto na criação de jogadas. Sua participação ajudou a solidificar o equilíbrio defensivo e ofensivo que tornou aquela equipe lendária entre os torcedores.
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Nivaldo
Década: 80/90
Nivaldo foi um zagueiro rápido, técnico e praticamente imbatível pelo Vespasiano Esporte Clube no fim dos anos 1980 e início dos anos 1990. Filho de Núbio Gelmini, foi treinado pelo próprio pai na campanha histórica que culminou no título de 1991, sendo peça fundamental do sistema defensivo do VEC e um dos pilares daquela conquista memorável.
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