hinos do clube
HINO OFICIAL
Letra e música: Edílson Pereira & Silmar P. Moreira
Oh dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe VEC.
O mundo se coloriu de azul
O Vespasiano é temido
De leste, oeste, de norte a sul.
Vespasiano és o clube do meu coração!
Com muita raça, vibra com garra e determinação;
O nosso lema é lutar e seu nome honrar
Como o azul do céu reflete o mar
Sua estrela sempre a brilhar.
Tamanha é a nossa euforia
Vespasiano entra em campo para jogar!
Explode o coração de alegria;
Tanta emoção é difícil segurar…
Com forte sol, debaixo d´água;
Por onde passa, deixa mágoa.
É o lutador e vingador
O imbatível “frango d´água”.
HINO ANTIGO
Letra e música: Dumas Chalita Chalup
Colaboração : Mariinha e Deuzinha
Vespasiano pelo passado tradicional.
No sertão és o principal,amador veterano.
Vespasiano por tua glória que treinaremos.
Em segurança seremos de um valor insano.
Viva a luta que o ardor controla,nela mostramos o grande valor que temos no manejo da bola.
Revelando o que somos,causamos temor.
Vespasiano a nossa linha é formidável, é um terror.
A defesa invejável e um quiper soberano.
Assim organizado será sempre o vencedor.
E no tempo peso pesado terá fruto em vez de flor.
eSCUDOS E UNIFORMES
1916 -1930
Escudo: Utilizado até o começo da década de 30, no local do “E.C” as Letras “S.C” significando Sport Club, característico dos clubes de futebol da época.
Uniforme 01:
Camisas listradas em azul e branco na vertical, short branco e meião branco com listras horizontas na cor azul.
Uniforme 02:
Camisas predominantemente azuis, shorts branco e meião azul.
1930-1940
Escudo: Em meados da década de 30 e 40 o Vespasiano modificou o escudo para uma estética tratada na época como mais moderna, mantendo as Letras “S.C”.
Uniforme 01:
Camisas predominantemente azuis com gola de cadarço característicos da época, short branco e meião azul bem escuro.
Uniforme 02:
Camisas predominantemente brancas, shorts azuis e meião bem escuro ou branco.
1940-1970
Escudo: Em meados de 40 o Vespasiano resolveu voltar as suas tradições voltando ao seu antigo escudo, porem, modernizou o seu formato que contava agora com mais círculos e as letras “E.C” aportuguesando o nome para Vespasiano Esporte Clube. Nascia não apenas o icónico escudo que veio a ganhar os principais títulos do clube, como o apelido de “VEC”.
Uniforme 01:
Camisa predominantemente azul com a barra das mangas e gola polo em V com detalhes brancos (ocasionalmente azuis), shorts branco e meião azul bem escuro.
Uniforme 02:
Camisas predominantemente brancas, shorts azuis e meião bem branco.
1966
Escudo: Em 1966 em função do aniversário de 50 anos do clube, foi desenvolvido um escudo especial.
Uniforme 01:
Camisa predominantemente azul com a barra das mangas e gola polo em V com detalhes brancos (ocasionalmente azuis), shorts branco e meião azul bem escuro.
Uniforme 02:
Camisas predominantemente brancas, shorts azuis e meião bem branco.
1970-2000
Escudo: O escudo foi idealizado pelo torcedor Paulo Frango D´água, homenageando o mascote Frango d´água.
Uniforme 01:
Camisas predominantemente azul, gola redonda ou em V com detalhes brancos, short branco e meião azul.
Uniforme 02:
Camisas predominantemente branca, gola redonda ou em V com detalhes azul, short azul e meião branco.
1980
Escudo: Em meados dos anos 80, influenciado pela estética da época, o Vespasiano chegou a usar este escudo em alguns uniformes.
Uniforme 01:
Camisas predominantemente azul, gola redonda ou em V, short branco e meião azul.
Uniforme 02:
Camisas predominantemente branca, gola redonda ou em V, short azul e meião branco.
2000 em diante
Escudo: Escudo foi idealizado pelos designer Marcello Viana com uma proposta de modernizar e atrair o interesse do público.
Uniforme 01:
Camisas predominantemente azul, gola redonda ou em V, short branco e meião azul.
Uniforme 02:
Camisas predominantemente branca, gola redonda ou em V, short azul e meião branco.
MASCOTE
Frango d’Água
A origem do mascote está diretamente ligada ao terreno onde foi construído o Estádio Ilvo Marani, inaugurado em 30 de maio de 1965. Antes da construção do estádio, a área apresentava características naturais marcantes: era um terreno alagadiço, com solo úmido e baixa drenagem.
Essas condições faziam com que o local fosse frequentemente visitado por frangos-d’água, aves típicas de ambientes alagados, o que levou a população a apelidar a área de “Frango d’Água”. Além disso, parte do terreno era utilizada para a plantação de arroz, prática comum em regiões com esse tipo de solo.
Com o passar dos anos, o estádio foi construído no local, mas o nome permaneceu vivo na memória da cidade. Posteriormente, o Vespasiano Esporte Clube adotou o Frango d’Água como seu mascote oficial, preservando a ligação entre o clube, o estádio e a história do território onde tudo começou.
FRANGO D´ÁGUA DE HONRA
O Frango d’Água dá nome à maior honraria do Vespasiano Esporte Clube, instituída em 2025, criada para reconhecer pessoas que foram e são fundamentais na construção da história do VEC. A homenagem é entregue anualmente durante o Festival do clube, nas categorias Mérito, In Memoriam e Honra ao Mérito Esportivo, valorizando e eternizando nomes que marcaram a trajetória do Vespasiano Esporte Clube.
2025
- Conselheiro Luis Cláudio Soares Viana
- Conselheiro Marcello de Souza Lima Viana
2025
- Conselheiro Amarílio Melgaço
- Conselheiro Celso Fernandes
- Conselheiro Moisés Galego
2025
- Núbio gelmini
Saudades do Vespasiano E.C.
Poesia de Geraldo E. Fagundes
A saudade o peito apoquenta
quando alguma coisa nos faz recordar
No final dos anos cinquenta
ou princípio dos anos sessenta
No velho campo, o VEC a jogar.
VEC do Toninho meio quilo
quinhentos gramas?
Não! Quinhentas toneladas
Era o Toninho no gol a pegar.
E o Juca zagueiro?
que era outro grande goleiro.
pobre adversário impotente
por mais que mil vezes tente
e nada da bola entrar.
E o Marcílio, na lateral
do seu lado, tomando conta
podia vir qualquer ponta
até o fulano-de-tal.
João Araújo
João “profissional”.
Bola alta ou jogo, rasteiro
toque de bola ou jogo ligeiro
atacante tentava
Mas não passava.
Com João a bola ficava.
E de alívio “seu” Ingó suspirava
Zé metido, Núbio e Daniel
Esse trio, a zaga completava
com esta super defesa
nenhum atacante aprontava.
Do meio do campo, Nonô lançava
aquilo sim era pontaria
atacante podia correr
porque na frente receberia.
Pois o grande Nonô de Ingó,
punha a bola onde ele queria,
e o nosso ponta de lança,
mais um gol logo fazia.
José Silva era o “Zé Lobo”
Só de vê-lo jogar
adversário ficava bôbo
Uns dizem que o Batista
de bola quase tudo sabia
outros dizem que é bobagem.
Pura lenda!
A bola é que obedecia
e fazia tudo
aquilo que o Batista queria
João de Deus!
Que ligeireza!
Como jogava
Que destreza!
Até os ateus, que desatino!
Pensavam, acreditavam
Que era Deus
Aquele seu toque divino.
Toninho “Grindeli”, como driblava!
Fingia que ia e não ia, ficava
e o lateral ia, igual vaca brava
Toninho fingia que ia e ia,
passava.
E o lateral, coitado!
Caía! Rolava!
Jairo, que chute poderoso!
Que nenhum goleiro segurava.
Outros, dizem
que só era perigoso
– quando da pequena área
– da grande área
– da intermediária
ou – do meio de campo –
o chute que o Jairo dava.
Mas, só sabemos que a nostalgia,
sempre vem, e sempre é frequente,
dói o peito, dói na gente,
quando junta com a saudade
que toda torcida sente
do Vespasiano de antigamente.